REWIID Soluções para Usinagem: Da Fragmentação à Visibilidade Total
A REWIID Soluções para Usinagem enfrentava um desafio crítico: dados financeiros e operacionais dispersos em múltiplos sistemas, sem visibilidade em tempo real e processos manuais que consumiam tempo precioso. Através de uma transformação digital estruturada, a empresa migrou para um novo ERP, implementou painéis financeiros integrados e reorganizou sua governança operacional, alcançando 100% de precisão de estoque, visibilidade de 70% dos movimentos financeiros e economia mensal de aproximadamente R$ 3 mil. O resultado foi uma empresa mais ágil, com dados confiáveis para decisões estratégicas e uma cultura de planejamento baseado em dados.
O Desafio
A REWIID Soluções para Usinagem é uma empresa que prospera em um mercado competitivo, oferecendo soluções especializadas para seus clientes. Porém, por trás dessa operação bem-sucedida havia um problema crescente que ameaçava o potencial de crescimento: dados financeiros e operacionais espalhados por múltiplos sistemas, sem uma visão integrada e sem atualização em tempo real.
"Fluxo de caixa, entradas e saídas... nem todas estão no sistema. O DRE ainda não está no sistema," relatou um membro da equipe financeira durante as primeiras conversas. Essa fragmentação criava gargalos reais. Conciliações bancárias eram manuais. Relatórios levavam horas para serem montados. E o pior: a liderança não tinha visibilidade clara sobre a saúde financeira da empresa para tomar decisões estratégicas.
O estoque também era um ponto crítico. Dados de inventário não estavam totalmente integrados ao sistema. Isso significava que o custo das mercadorias vendidas era impreciso, as margens de contribuição eram questionáveis, e o planejamento de compras era mais "na raça" do que baseado em dados.
Além disso, a estrutura organizacional não era clara. Responsabilidades se sobrepunham. Processos não eram padronizados. E a equipe financeira estava sobrecarregada com tarefas manuais que poderiam ser automatizadas.
Esses problemas não eram apenas ineficiências operacionais. Eram barreiras reais ao crescimento. A empresa não conseguia escalar porque não tinha dados confiáveis para planejar. Não conseguia otimizar porque não entendia suas margens por unidade de negócio. E não conseguia tomar decisões rápidas porque tudo dependia de planilhas isoladas e memória institucional.
A Solução
A REWIID reconheceu que precisava de mais do que apenas um novo sistema. Precisava de uma transformação completa: tecnologia, processos e pessoas, tudo alinhado.
A decisão foi clara: migrar para um novo ERP que consolidasse dados de todas as operações, implementar painéis financeiros em tempo real e reorganizar a governança operacional. Mas isso exigia mais do que software. Exigia comprometimento total da liderança.
"Vamos usar ao máximo o sistema para evitar retrabalho," disse a equipe, sinalizando que a transformação seria feita com propósito. Não era apenas sobre ter um sistema novo. Era sobre mudar a forma como a empresa operava.
A implementação começou com o básico: migração de dados para o novo ERP. Notas fiscais foram importadas automaticamente via XML. Fornecedores e compras foram integrados. Mas o passo mais importante foi o inventário. A equipe realizou uma contagem física completa e ajustou o sistema para refletir a realidade. O resultado? 100% de precisão de estoque no novo sistema.
Em paralelo, a equipe financeira começou a estruturar um novo processo de fechamento mensal. Não era mais uma planilha isolada. Era um painel integrado que mostrava DRE, balanço e fluxo de caixa, tudo atualizado em tempo real. Cada número tinha uma fonte clara. Cada movimento era rastreável.
A organização também foi redesenhada. Descritivos de cargo foram criados. Responsabilidades foram claramente definidas. Procedimentos operacionais padrão foram documentados. A equipe sabia exatamente quem fazia o quê e por quê.
"Vai ficar bem claro todas essas retiradas. Vamos ter metas. Rotina mensal de fechamento," explicou a liderança, estabelecendo expectativas claras. Isso não era apenas sobre processos. Era sobre criar uma cultura de disciplina financeira e planejamento baseado em dados.
A redução de custos também foi parte da estratégia. O pró-labore de uma sócia foi reavaliado, gerando uma economia direta de aproximadamente R$ 3 mil mensais. Mas mais importante que o número era a mensagem: cada decisão financeira seria questionada e otimizada.
A Transformação
Os resultados começaram a aparecer rapidamente. Em julho, apenas alguns meses após o início da transformação, o fechamento mensal mostrou números sólidos: faturamento de aproximadamente 593 mil, EBITDA de cerca de 411 mil e saldo final positivo de aproximadamente 250 mil. Esses números não eram apenas bons. Eram confiáveis. Pela primeira vez, a liderança tinha dados que podia usar para planejar com segurança.
A visibilidade financeira melhorou dramaticamente. Setenta por cento dos movimentos financeiros da empresa agora eram visíveis no novo sistema. Isso significava que a equipe podia rastrear entradas e saídas em tempo real. Podia identificar gargalos. Podia antecipar problemas de caixa antes que se tornassem crises.
O estoque, que havia sido um ponto de dor, agora era um ativo gerenciável. Com 100% de precisão no sistema, a empresa podia fazer planejamento de compras baseado em dados reais. Podia entender quais produtos tinham melhor margem. Podia otimizar o capital de giro.
Mas talvez o ganho mais importante tenha sido cultural. A empresa passou de uma mentalidade de "vamos ver como fica" para uma mentalidade de "vamos planejar e medir". Reuniões financeiras agora tinham dados. Decisões comerciais eram baseadas em margens reais, não em intuição. E a equipe, que antes estava sobrecarregada com tarefas manuais, agora tinha tempo para pensar estrategicamente.
"Maior clareza e controle sobre o desempenho financeiro em tempo real," resumiu um membro da equipe. Essa clareza era transformadora. Permitia que a empresa visse oportunidades que antes estavam escondidas. Permitia que identificasse problemas antes que se tornassem grandes. E permitia que planejasse o crescimento com confiança.
A jornada não terminou. A empresa continua evoluindo. Há planos para integrar ainda mais sistemas, para automatizar ainda mais processos, para construir relatórios ainda mais sofisticados. Mas o fundamento está sólido. Os dados são confiáveis. Os processos são claros. E a cultura está mudada.
A REWIID Soluções para Usinagem não é mais uma empresa que luta com dados fragmentados. É uma empresa que usa dados para crescer. E esse é apenas o começo.
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